CRÔNICA: Flor

16:41


Retirada do banco de imagens: https://unsplash.com/


Um grito.  Um pedido. Algo inevitável, irrevogável. Choros e prantos. Prece irrevogável. Socorro! Socorro! Alguém acode?! Tem alguém aí? Música  clássica. Tentem sorrir.

Um rapaz recita poesia. A moça cai em pranto.  Flores e serenatas. Bombons e cartas adocicadas. Alguém recita um memorial. Alguém clama por socorro. Corre rapaz! É tua donzela, em perigo,acorrentada por algo invisível.

Corre! Corra mais.

Gritos. Barulho. Nem o silêncio reina aqui. Não sorriem as flores que já sorriram em outros jardins. Não estão mais vivas.

Agora, as flores, enfeitam um lugar onde ninguém quer estar. Mas por proeza do destino todo mundo um dia sem tardar irá presenciar,sem tardar irá viver. Ou morrer.As flores que antes alegravam as pessoas que cuidavam delas em verdes jardins, hoje as colhem;tristes elas percebem que o fim desse plantio chegou ao fim.


Morra. Tudo tem fim.

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1 comentários

  1. Quem sabe não possam brotar de novo para a vida ,beijinhos Sara

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